Grupo suspeito de cobrar taxa de comerciantes é alvo de operação em MT

Mandados da Operação Libertas foram cumpridos em Nova Mutum e Cuiabá Reprodução Um grupo investigado por extorquir comerciantes em Nova Mutum, a 264 km de ...

Grupo suspeito de cobrar taxa de comerciantes é alvo de operação em MT
Grupo suspeito de cobrar taxa de comerciantes é alvo de operação em MT (Foto: Reprodução)

Mandados da Operação Libertas foram cumpridos em Nova Mutum e Cuiabá Reprodução Um grupo investigado por extorquir comerciantes em Nova Mutum, a 264 km de Cuiabá, é alvo da Operação Libertas, realizada nesta quarta-feira (29). As investigações apontam que integrantes de uma facção criminosa cobravam pagamentos periódicos de empresários, mediante ameaças, para que os estabelecimentos pudessem continuar funcionando normalmente. Ao todo, a Justiça expediu dez ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, quatro de busca e apreensão e o bloqueio de ativos financeiros dos investigados. As diligências ocorrem em Nova Mutum e Cuiabá, com apoio da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core). Segundo a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Nova Mutum, responsável pela investigação, o grupo criminoso atuava de forma organizada, com funções definidas entre os integrantes. As vítimas recebiam ligações com ameaças ou eram abordadas pessoalmente nos próprios comércios, onde os suspeitos reforçavam a cobrança ilegal. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp De acordo com a investigação, os valores exigidos variavam entre R$ 150 e R$ 300 por estabelecimento. Agora no g1 Além das prisões e buscas, a Justiça determinou o sequestro de um Honda HR-V EX, ano/modelo 2025/2026, avaliado em cerca de R$ 159,9 mil. Conforme os investigadores, um dos principais alvos apresentou rápida evolução patrimonial incompatível com sua renda declarada, o que levantou suspeitas de lavagem de dinheiro. As medidas judiciais têm como objetivo interromper a atuação do grupo, impedir a continuidade dos crimes, garantir o andamento das investigações e retirar recursos que, segundo a apuração, teriam sido obtidos por meio das extorsões.