Estupro coletivo: adolescente que fez filas com homens para violentar jovem é apreendido, diz polícia

Polícia procura adolescente suspeito de envolvimento em estupro coletivo O adolescente que fez fila com homens para violentar uma jovem de 21 anos, foi apreend...

Estupro coletivo: adolescente que fez filas com homens para violentar jovem é apreendido, diz polícia
Estupro coletivo: adolescente que fez filas com homens para violentar jovem é apreendido, diz polícia (Foto: Reprodução)

Polícia procura adolescente suspeito de envolvimento em estupro coletivo O adolescente que fez fila com homens para violentar uma jovem de 21 anos, foi apreendido em Bela Vista de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia. De acordo com a investigação da Polícia Civil (PC), o jovem é suspeito de participar do crime cometido por pelo menos outros três homens que já estão presos. A identidade e idade do adolescente não foram divulgadas. De acordo com a polícia, o crime aconteceu na segunda-feira (26) e foi cometido por três homens. A mulher foi convidada por um deles para ir até a kitnet onde ele morava, a fim de consumirem bebidas alcoólicas. O adolescente, que também é suspeito de participar do estupro, foi apreendido nesta quinta-feira (29). O crime A delegada Magda D'Ávila disse à TV Anhanguera que a mulher contou em depoimento que se lembra de chegar ao local, mas que não se recorda de ter compartilhado bebidas com os homens; ela teve amnésia. "Então, a gente investiga até o fato de que eles podem ter colocado alguma coisa na bebida dela", disse a delegada. A polícia apontou que uma quarta pessoa ficou na porta controlando a entrada dos suspeitos. "O fato de ela não ter capacidade de se expressar, de consentir com o ato, caracteriza estupro de vulnerável. E a gente até identificou um que ficou na porta, cuidando de quem entrava e quem saía. Então, não há o que falar em nenhum momento sobre consentimento dela", completou. Segundo a delegada, a mulher entrou em contato com a polícia por meio do WhatsApp e estava com vergonha de falar sobre o caso. "Eu tive que conversar com ela e convencê-la de vir. Ela ficava o tempo todo assim, falando que estava com nojo dela mesma, do que as pessoas iam falar. Então, infelizmente, é a sociedade machista em que vivemos". Matéria em atualização.